A jornalista Ana Luiza Guimarães chamou atenção nas redes sociais ao compartilhar a transformação de uma área de seu sítio na Região Serrana do Rio de Janeiro. Em um vídeo publicado durante a Semana do Meio Ambiente, a apresentadora mostrou o resultado do reflorestamento de um terreno que antes era ocupado apenas por pasto e capim.
A publicação ultrapassou a marca de um milhão de visualizações e milhares de comentários. No vídeo, Ana Luiza apresenta o crescimento de cerca de 2 mil mudas nativas da Mata Atlântica plantadas ao longo dos últimos anos.
Segundo a jornalista, o projeto começou logo após a compra da propriedade, há cerca de quatro anos. O objetivo era transformar parte do terreno em uma área de recuperação ambiental.
"Era um sonho antigo ter um terreno na serra. Eu tive a preocupação de fazer dessa terra não só o sonho de construir a minha casinha, mas de reflorestar e devolver para a natureza uma parte dessa terra", afirmou.
O plantio foi realizado em uma área de aproximadamente um hectare, equivalente a 10 mil metros quadrados, utilizando 72 espécies nativas da Mata Atlântica. A apresentadora conta que o primeiro plantio reuniu cerca de 1.700 mudas, número ampliado nos anos seguintes.
Além do crescimento das árvores, um registro especial reforçou a importância da recuperação ambiental. Em novembro do ano passado, um Lobo-guará foi flagrado circulando pela região reflorestada. "Fiquei surpresa e orgulhosa de estar reflorestando justamente o lugar que ele escolheu, onde busca comida e descansa", comentou na época.
A repercussão da iniciativa também recebeu elogios de colegas jornalistas, entre eles André Trigueiro e Sônia Bridi, conhecidos pela atuação em pautas ambientais.
Ana Luiza aproveitou a visibilidade da publicação para reforçar a importância da preservação ambiental e da conexão das pessoas com a natureza. "Não existe uma distância entre nós e o meio ambiente. Nós somos o meio ambiente. Proteger aquilo que identificamos como meio ambiente é proteger a nossa vida", destacou.
A apresentadora afirmou que a casa planejada para o local ainda está em fase de projeto. Por enquanto, o principal motivo de orgulho continua sendo acompanhar o crescimento das árvores e a recuperação gradual da área que antes estava degradada.